A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) trabalha com a hipótese de motivação passional para o assassinato da influenciadora rural Alzira Maria Theodoro Luiz, 43 anos, conhecida como Alzira do Agro. A informação foi confirmada pela advogada da família, Carina Goiatá, nesta quinta-feira (2/7).
Crime ocorreu em Mutum
Alzira foi morta a tiros na manhã de 7 de junho, dentro de sua propriedade rural em Mutum, no Vale do Rio Doce. Dias antes, ela contou nas redes sociais ter ouvido batidas na janela durante a madrugada e, por precaução, instalado câmeras de segurança.
Investigação e prazo
O inquérito tem prazo inicial até 7 de julho. Nessa data, o delegado responsável poderá concluir o caso ou solicitar prorrogação por mais 30 dias. Segundo a advogada, a extensão é considerada provável porque ainda restam diligências pendentes, incluindo extração de dados e perícias.
Um homem chegou a ser detido durante as investigações, mas foi liberado no mesmo dia e segue sendo investigado.
Família pede proteção
A família da influenciadora solicita proteção policial para os quatro filhos da vítima — uma jovem de 18 anos e três filhos na faixa dos 20. De acordo com Carina Goiatá, eles estariam em “risco iminente”, motivo pelo qual a defesa pressiona por medidas de segurança e por um posicionamento público da PCMG sobre o andamento das apurações.
Perfil da influenciadora
Cafeicultora, Alzira reunia quase 60 mil seguidores em suas redes sociais e contabilizava mais de 1,1 milhão de curtidas no TikTok, onde publicava rotinas do campo e dicas de agricultura.
A reportagem solicitou posicionamento da Polícia Civil de Minas Gerais e aguarda retorno.
Com informações de Metrópoles

