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Vale eleva lucro no 1º trimestre de 2026, mas ações recuam na B3

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A Vale apresentou, na noite de terça-feira (28/4), os números do primeiro trimestre de 2026. O lucro líquido atingiu US$ 1,893 bilhão, avanço de 36% em relação ao mesmo período de 2025, revertendo o prejuízo de US$ 3,8 bilhões registrado nos três meses finais do ano passado.

Desempenho financeiro

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou US$ 3,9 bilhões, alta anual de 23%, enquanto a receita líquida de vendas atingiu US$ 9,25 bilhões, crescimento de 14% na comparação anual. Custos e despesas, excluindo itens ligados a Brumadinho e à descaracterização de barragens, avançaram 12%, para US$ 6,6 bilhões.

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Dívida e investimentos

A dívida líquida expandida totalizou US$ 17,8 bilhões, aumento de US$ 2,2 bilhões em 12 meses, influenciada pelo pagamento de dividendos e de Juros sobre Capital Próprio (JCP). Desse montante, a dívida líquida ficou em US$ 13,6 bilhões. Investimentos em projetos de crescimento somaram US$ 182 milhões no trimestre.

Mercado de minério de ferro

A companhia informou preço médio de US$ 95,8 por tonelada para finos de minério de ferro, elevação trimestral de US$ 0,4/t, atribuída à estratégia de portfólio e a maiores prêmios para produtos com baixo teor de alumina.

Reação das ações

Os resultados foram divulgados após o fechamento do pregão. Antes da publicação do balanço, os papéis da Vale recuaram 1,3% na B3, encerrando o dia a R$ 84,39. O Ebitda de US$ 3,9 bilhões ficou ligeiramente abaixo da projeção média de US$ 4 bilhões, e o lucro líquido, de US$ 1,89 bilhão, ficou distante das estimativas de US$ 2,5 bilhões.

Com informações de Metrópoles

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