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Líderes mundiais oferecem auxílio à Venezuela após terremotos que deixaram 32 mortos

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Governos de vários países se mobilizaram nesta quinta-feira (25) para apoiar a Venezuela depois dos dois terremotos registrados na véspera, que, segundo a presidente interina Delcy Rodríguez, causaram 32 mortes e dezenas de feridos.

Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou estar “consternado” e determinou ao Itamaraty que avalie, com a embaixada em Caracas, medidas de assistência. Lula afirmou que o país está “disposto a apoiar o governo da presidenta encarregada Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas”. O Ministério das Relações Exteriores informou que não há brasileiros entre as vítimas e divulgou telefones de emergência: +58 414-372-3337 (Caracas) e +55 61 98260-0610 (Brasília).

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Estados Unidos

O vice-secretário de Estado, Christopher Landau, comunicou que Washington mobilizou equipes de busca e resgate, suprimentos médicos e ajuda humanitária. Em publicação nas redes sociais, o presidente Donald Trump disse: “Estaremos lá para nossos novos e queridos amigos”. O secretário de Estado, Marco Rubio, confirmou o envio imediato de socorristas.

América Central e Caribe

• El Salvador: o presidente Nayib Bukele anunciou o envio de 300 socorristas e 50 t de equipamentos e medicamentos.
• República Dominicana: Luis Abinader informou que equipes militares especializadas de busca e resgate decolarão nas primeiras horas desta quinta.
• Honduras: o presidente Nasry Asfura divulgou mensagem de solidariedade e orações às famílias atingidas.
• Costa Rica: Laura Fernández Delgado declarou apoio “a cada família afetada”.

América do Sul

• Bolívia: Rodrigo Paz afirmou que o país “permanece atento e disposto a prestar o apoio que for necessário”.
• Equador: Daniel Noboa colocou ajuda humanitária imediata à disposição, destacando que “a humanidade deve reger a atuação de um governante”.
• Argentina: a chancelaria publicou nota de pesar; o gabinete do presidente Javier Milei ofereceu cooperação “além das diferenças”.
• Peru: o Ministério das Relações Exteriores expressou solidariedade e abriu canal de emergência para peruanos na Venezuela.
• Uruguai: Yamandú Orsi reiterou disposição para colaborar conforme solicitação de Caracas.

México

A presidente Claudia Sheinbaum ordenou à Secretaria de Relações Exteriores que prepare envio de equipes de resgate e profissionais de saúde, após pedido formal do governo venezuelano.

Ásia e Europa

• Paquistão: o premiê Shehbaz Sharif disse estar “profundamente entristecido” e enviou condolências.
• Índia: o primeiro-ministro Narendra Modi colocou o país “pronto para ajudar com o que for preciso”.
• Espanha: Pedro Sánchez manifestou “todo o apoio” ao povo venezuelano.
• União Europeia: a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, publicou mensagem de solidariedade.

Outras manifestações partiram de Barbados, Catar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Curaçao, Colômbia, Reino Unido, Nações Unidas, República Dominicana, Paquistão e Índia, além de Keiko Fujimori, no Peru, e Abelardo De La Espriella, presidente eleito da Colômbia.

As autoridades venezuelanas continuam contabilizando danos, enquanto equipes de resgate locais e internacionais iniciam buscas por sobreviventes nos escombros de prédios que desabaram principalmente na região norte do país.

Com informações de G1

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