A Virada Cultural 2024 abriu a programação na noite deste sábado (23/5) com forte presença de público no Vale do Anhangabaú, região central de São Paulo, mesmo sob chuva contínua durante a tarde e o início da noite.
Orquestra e samba na abertura
O maestro João Carlos Martins deu início oficial ao evento ao lado da Bachiana Filarmônica. O momento mais simbólico ocorreu quando a orquestra executou “Trem das Onze”. Martins convidou o Mestre Sombra para reger os músicos e assumiu a bateria da escola de samba Mocidade Alegre, que entrou no palco com passistas, mestre-sala, porta-bandeira e baianas.
Pagode comandado por Péricles
Na sequência, Péricles transformou o Anhangabaú em uma grande roda de pagode. Além dos sucessos do próprio repertório, o cantor homenageou Djavan, Marília Mendonça, Ferrugem e Gloria Groove, além de interpretar “Stand By Me”, de Ben E. King. O ponto alto ocorreu em “Supera”, cantada em coro pelo público. O show terminou com “Descobridor dos Sete Mares”, clássico de Tim Maia.
Fãs enfrentam o mau tempo
A chuva afastou parte dos frequentadores durante a tarde, mas não impediu que admiradores ocupassem a grade horas antes dos principais shows. Às 16h, já havia fãs aguardando a apresentação de Luísa Sonza, marcada apenas para a noite; um deles chegou ao local às 7h para garantir lugar.
Entrevistados relataram ambiente tranquilo e elogiaram a segurança, a iluminação e a organização — melhorias percebidas em relação a edições anteriores. Moradores de fora da capital, como um jovem de Campinas de 20 anos, também destacaram a diversidade do público e sensação de segurança.
Luísa Sonza fecha a noite
Perto das 22h, Luísa Sonza subiu ao palco acompanhada da MC Lorena. O Vale do Anhangabaú já estava lotado, consolidando o clima festivo que se estendeu pela madrugada, mesmo com o retorno da chuva no fim da noite.
Com informações de Metrópoles

