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Indústria mantém Santa Catarina entre os principais polos produtivos do país

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Publicado em 17/07/2026 às 13h30, o mais recente levantamento sobre a economia catarinense confirma a relevância da atividade industrial no estado. Dados do Relatório Anual 2025 da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) indicam que o setor emprega 934,3 mil trabalhadores, número que representa mais de um terço dos postos formais de trabalho locais.

Participação expressiva no PIB

A indústria de transformação responde por cerca de 24% do Produto Interno Bruto (PIB) catarinense, participação muito superior à média nacional, próxima de 10%. Esse desempenho reforça a influência das fábricas e das cadeias produtivas no desenvolvimento regional.

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Setor têxtil segue líder nacional

Entre os segmentos de destaque, o têxtil mantém posição de protagonismo. Santa Catarina concentra uma parcela significativa da produção brasileira de vestuário, reunindo empresas de diferentes portes, fornecedores especializados e mão de obra qualificada. Municípios como Indaial, no Vale do Itajaí, formam parte importante desse polo construído ao longo de décadas.

Decisão estratégica de produzir no Brasil

Companhias que continuam a fabricar no território brasileiro fortalecem cadeias produtivas, geram empregos qualificados e preservam conhecimento industrial. No mercado de fios de algodão, essa escolha demonstra competitividade em qualidade, tecnologia e eficiência, envolvendo agricultores, transportadores e diversos prestadores de serviço.

Desafios do ambiente de negócios

Apesar dos resultados positivos, as empresas instaladas no país ainda lidam com fatores como carga tributária elevada, custos logísticos altos, burocracia, competição com importados e necessidade constante de investimento em tecnologia. Mesmo diante desses entraves, milhares de indústrias seguem apostando na modernização para manter a competitividade.

Para lideranças empresariais, a permanência de plantas produtivas em Santa Catarina sintetiza a vocação empreendedora local e evidencia que ainda há um Brasil que investe, emprega e inova.

Com informações de Portal do Agronegócio

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