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Flávio Bolsonaro diz que exercerá Presidência se eleito e acusa Moraes de tentar tornar Eduardo inelegível

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O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2026, declarou nesta sexta-feira, 8 de maio, que, caso vença a eleição, será ele quem governará o país, e não seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Sendo a vontade do povo, o presidente será Flávio Bolsonaro. Jair Bolsonaro vai ser sempre o meu norte e a minha bússola”, afirmou em entrevista à CNN Brasil. O parlamentar disse não ter planos imediatos de nomear o pai para um ministério específico, mas garantiu que o ex-chefe do Executivo poderá ocupar qualquer cargo que desejar.

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Flávio também prometeu apoiar uma anistia “ampla, geral e irrestrita” a Jair Bolsonaro. O objetivo, segundo ele, é permitir que o ex-presidente suba a rampa do Palácio do Planalto ao seu lado na cerimônia de posse, caso seja eleito.

Críticas a Alexandre de Moraes

Na mesma entrevista, o senador acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de articular para tornar inelegível seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Moraes é relator da ação em que Eduardo responde por supostamente ter pedido ao governo dos Estados Unidos sanções contra autoridades brasileiras, inclusive contra o próprio magistrado.

“É óbvio que ele não poderia participar desse julgamento”, disse Flávio, alegando que Moraes pretende impedir a candidatura de Eduardo em 2026. No mês passado, o pré-candidato já havia acusado o ministro de tentar “desequilibrar” a disputa eleitoral a partir do STF. A fala ocorreu no dia 15 de abril, quando Moraes abriu inquérito para apurar possível crime de calúnia de Flávio contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio Bolsonaro reiterou que não aceitará, nas próximas eleições, o que chamou de interferências do Judiciário no processo eleitoral.

Com informações de Gazeta do Povo

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