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Articulista vê visita de embaixador do Catar como chance estratégica para o Tocantins

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Palmas (TO) — O ex-vice-governador e articulista Tom Lyra defendeu que a recente passagem do embaixador Ahmad Mohammed A. M. Alshebani pelo Tocantins seja tratada como ponto de virada para a economia estadual. Segundo ele, o encontro, realizado em Palmas, sinaliza possibilidades de investimentos catarianos em setores como agronegócio, energia, logística e tecnologia.

Oportunidade rara

Para Lyra, receber um representante de “um dos países mais ricos e investidores do planeta” abre uma “janela de oportunidades” incomum a regiões emergentes. Ele avalia que autoridades, empresários, universidades e demais líderes locais deveriam ter mobilizado ampla agenda para apresentar projetos ao diplomata.

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Potenciais de interesse

O articulista enumera ativos que, na sua visão, atraem o Catar: abundância hídrica, alto potencial de energia solar, expansão acelerada do agronegócio, posição central no Brasil, terras produtivas, projetos logísticos, malha ferroviária em expansão e vocação exportadora. Palmas, capital planejada com espaço para crescer, também foi citada como diferencial.

Áreas sugeridas para parceria

Entre os segmentos que podem receber recursos externos, Lyra lista:

  • fertilizantes nitrogenados;
  • irrigação inteligente;
  • energia renovável;
  • armazenagem e logística multimodal;
  • tecnologia agrícola e inteligência artificial aplicada ao campo;
  • turismo, hotelaria e aviação regional;
  • infraestrutura bancável por fundos soberanos.

Postura proativa

Na avaliação do ex-vice-governador, o Tocantins precisa “pensar globalmente” e agir de forma proativa para converter visitas diplomáticas em negócios concretos. Ele lembra que o Catar, além de grande comprador de fertilizantes brasileiros, investe mundialmente em aeroportos, portos, energia e segurança alimentar — áreas que, segundo ele, convergem com as potencialidades locais.

Lyra conclui que a presença de Alshebani indica que o estado “entrou no radar internacional” e que o futuro dependerá da capacidade de antecipar tendências e atrair capital estrangeiro.

Com informações de Atitude Tocantins

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