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Romeu Zema afirma não ter sido informado sobre pedido de inclusão no inquérito das fake news

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Brasília – O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), declarou nesta segunda-feira (20) que ainda não recebeu qualquer notificação do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito do pedido para que seu nome seja incorporado ao inquérito das fake news.

Em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, Zema criticou o que chamou de prática recorrente da Corte. “Parece ser um modus operandi de alguns ministros conduzir o processo em sigilo, sem dar o devido direito de defesa. Quando a pessoa toma conhecimento, o caso já avançou”, disse.

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Notícia-crime partiu de Gilmar Mendes

A solicitação para incluir o ex-governador na investigação foi apresentada pelo ministro Gilmar Mendes. O pedido baseia-se em um vídeo divulgado por Zema em março, no qual ele faz ataques ao STF e aos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli no contexto do chamado caso Master. Na gravação, os magistrados aparecem retratados como fantoches.

Candidatura mantida até o fim

Questionado sobre a possibilidade de ocupar a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL), Zema afirmou que pretende levar sua candidatura presidencial “até o final” e disse ter como motivação “combater a farra dos intocáveis”. Ele relatou ter se reunido com o ex-presidente Jair Bolsonaro em agosto e acrescentou que o ex-chefe do Executivo encoraja múltiplas candidaturas da direita. “Estaremos todos juntos no segundo turno, mas eu seguirei com minha pré-candidatura e candidatura”, reforçou.

Defesa de anistia aos condenados de 8 de Janeiro

A seis meses das eleições, o pré-candidato também se posicionou sobre eventual anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. “Vou anistiar. É um absurdo as penas impostas a quem participou de uma manifestação”, afirmou. Segundo ele, empresários que doaram valores como R$ 500 estariam sendo tratados como conspiradores.

Entenda o inquérito das fake news

Instaurado em março de 2019 por iniciativa do então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e relatado por Alexandre de Moraes, o inquérito das fake news apura a disseminação de informações falsas, ameaças e ataques contra ministros da Corte e contra o sistema democrático. O procedimento busca identificar estruturas organizadas que atuem para desacreditar instituições, intimidar autoridades e incitar discursos antidemocráticos nas redes sociais.

Não há prazo definido para a conclusão das investigações, e a inclusão de novos investigados depende de decisão do relator mediante solicitações apresentadas à Corte.

Com informações de G1

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