A Polícia Civil do Tocantins prendeu, na manhã desta quarta-feira (10), a secretária municipal de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, e o superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa. A ação faz parte da Operação Falsa Emergência, que investiga possíveis irregularidades em um contrato de R$ 139 milhões destinado à gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul da capital.
Os mandados de prisão preventiva foram expedidos para, segundo a corporação, preservar a ordem pública e impedir eventual interferência na coleta de provas. Os dois gestores foram encaminhados ao Batalhão do Comando-Geral da Polícia Militar, onde aguardam audiência de custódia.
No mesmo inquérito, policiais cumprem buscas para localizar uma empresária suspeita de atuar como lobista na intermediação do contrato. Até o momento, ela não foi encontrada.
Em nota, a Prefeitura de Palmas informou que a Procuradoria-Geral do Município acompanha o caso e aguarda acesso integral aos autos para se manifestar sobre o mérito das acusações. A administração municipal afirmou ainda que o atendimento nas unidades de saúde permanece normal.
As defesas de Dhieine Caminski e Andreis Vicente da Costa declararam que esperam ter acesso aos documentos oficiais da investigação antes de apresentar esclarecimentos.
Com informações de Atitude Tocantins

