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PRTB lança pré-candidatura de Leonardo Avalanche à Presidência da República

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O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) oficializou, em 14 de julho de 2026, a pré-candidatura de seu presidente nacional, Leonardo Alves de Araújo, o Leonardo Avalanche, ao Palácio do Planalto. Com o anúncio, sobe para 13 o total de nomes colocados como possíveis concorrentes na corrida presidencial deste ano, a pouco mais de um mês do início oficial da campanha.

Desde 2014, quando levou às urnas Levi Fidelix, o PRTB não apresentava candidatura própria ao principal cargo do Executivo federal. Segundo a legenda, a escolha de Avalanche foi motivada, entre outros fatores, pelo desempenho do coach Pablo Marçal na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024. Marçal, também filiado ao PRTB, terminou em terceiro lugar com 28,14% dos votos, atrás de Guilherme Boulos (29,07%) e de Ricardo Nunes (29,48%), reeleito no segundo turno.

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“Não estamos aqui para ser apenas mais uma opção no papel. Estamos aqui para liderar uma transformação real. O PRTB é o partido da coragem e do trabalho”, declarou Avalanche em nota divulgada pelo partido, acrescentando que pretende “resgatar o sonho de cada brasileiro por um país próspero e justo”.

Controvérsias e investigações

O presidente do PRTB enfrenta uma série de acusações apresentadas desde 2024. Naquele ano, reportagem da Folha de S.Paulo divulgou áudios em que Avalanche afirmaria ter ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Questionado durante a campanha municipal, Pablo Marçal disse ter cobrado explicações do dirigente e que cabe a ele próprio se defender da suspeita.

Também em 2024, Avalanche foi acusado de ameaçar de morte dirigentes da sigla para abrir espaço a aliados. Uma ex-vice-presidente relatou ter sido pressionada a renunciar para não “frequentar cemitério”. À época, a defesa do dirigente classificou as denúncias como “vazias e destituídas de provas”.

Em janeiro de 2026, o Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia criminal contra Avalanche por suposta fraude na eleição interna do PRTB, realizada entre fevereiro e abril de 2024. Segundo o promotor Reanto Kim Barbosa, o grupo comandado pelo dirigente teria recrutado dezenas de pessoas que se passaram por fundadores do partido, portando documentos falsificados e reproduzindo assinaturas para fraudar votos nas urnas eletrônicas.

Apesar das investigações, a sigla manteve a decisão de lançar Avalanche como pré-candidato, reforçando a disposição de disputar o comando do Executivo federal com chapa própria em 2026.

Com informações de G1

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