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Procuradora-geral do DF quer modernizar PGDF e reforçar presença feminina

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A recém-nomeada procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos, assumiu o comando da Procuradoria-Geral do DF (PGDF) com a meta de digitalizar processos, aproximar o órgão da população e incentivar a participação de mulheres em postos de liderança.

Modernização e tecnologia

Em entrevista, Diana afirmou que ainda existem trâmites feitos manualmente na Procuradoria. “Precisamos levar a PGDF ao século 21, facilitando o atendimento ao público”, disse, defendendo o uso de tecnologia e inteligência artificial para agilizar análises e serviços.

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Déficit de pessoal

A procuradora reconheceu a carência de servidores. Segundo ela, setores funcionam com apenas um funcionário, e a Secretaria de Economia realiza um mapeamento para identificar as maiores demandas. A comissão de aprovados no concurso para analista e técnico jurídico aponta mais de 120 cargos vagos na carreira de apoio.

Diana recebeu representantes dos aprovados e confirmou interesse em novas convocações. Os próximos 23 classificados estão na fila, mas a gestora ponderou que o calendário eleitoral pode adiar nomeações. “É um ano de vedações eleitorais”, justificou, sem cravar se as chamadas sairão ainda em 2026.

Representatividade feminina

Terceira mulher a chefiar a PGDF, Diana destacou a importância da presença feminina no sistema de Justiça. “Sem um Judiciário consciente das necessidades da mulher, não construiremos justiça”, declarou. Mãe de três filhas, ela espera inspirar outras mulheres a disputar espaços de poder.

Atuação no BRB

Questionada sobre o Banco de Brasília (BRB), a procuradora lembrou que a instituição financeira tem quadro jurídico próprio, mas a PGDF representa os interesses do GDF, sócio controlador. Ela classificou o banco como “patrimônio essencial” para o crédito agrícola e programas sociais, assegurando que qualquer decisão passará por análise jurídica do órgão.

A nova gestão pretende, portanto, modernizar procedimentos, recompor quadros e fortalecer a participação feminina, enquanto acompanha temas estratégicos como a situação do BRB.

Com informações de Metrópoles

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