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Paciente em estágio terminal procura nova família para seus sete cães

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A dentista aposentada Margarida Garabedian, 72 anos, iniciou uma campanha para encontrar lares definitivos para seus sete cães resgatados. A moradora de São Paulo está em tratamento paliativo contra um câncer de mama que evoluiu para metástase e teme pelo futuro dos animais quando não puder mais cuidar deles.

Animais espalhados por abrigos

A situação levou Margarida a distribuir os cães por organizações de proteção animal e lares temporários:

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  • Luci, fêmea de aproximadamente quatro anos, e o filho Felipe, de dois, estão em uma ONG de Juquitiba, interior paulista.
  • Alemão, irmão de Felipe, aguarda adoção em um lar temporário na capital.
  • Alfredo e Lobinho, também com cerca de dois anos, vivem sob cuidados de ONGs em Cotia, na região metropolitana, após histórico de maus-tratos nas ruas.
  • Os irmãos Pudim e Paçoca, ambos de porte grande, estão abrigados em Itatiba.

Dificuldade para adoções

Todos os sete cães são vacinados, castrados e sem raça definida. Por serem adultos e de grande porte, Margarida relata que enfrenta barreiras para conseguir adotantes. “Em feiras de adoção, vi filhotes e cães de raça encontrarem famílias rapidamente, enquanto adultos SRD permaneciam sem interesse”, disse.

Preocupação diária

Pagando mensalidades às entidades que cuidam dos animais, a aposentada teme que o suporte financeiro cesse caso seu estado de saúde piore. “Vivo um dia de cada vez. Minha maior preocupação é que não falte nada para eles”, afirmou.

Interessados em adotar um dos cães podem entrar em contato com as ONGs responsáveis ou buscar informações diretamente com Margarida.

Com informações de Metrópoles

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