Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) 2025 indicam que Rondônia e Tocantins registram os índices mais baixos de domicílios atendidos por benefícios governamentais na Região Norte.
No levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20,3% das residências rondonienses recebem algum tipo de auxílio, enquanto o percentual em solo tocantinense chega a 24,4%. A média nacional é de 22,7%.
Contraste regional
Os resultados distanciam os dois estados dos demais vizinhos nortistas. O Pará lidera a dependência na região, com 46,1% das moradias amparadas por programas sociais, seguido pelo Amazonas (40,8%) e pelo Acre (38,6%).
Situação no país
Em escala nacional, o Maranhão aparece na ponta superior do ranking, com 45,5% dos domicílios contemplados. Na extremidade oposta está Santa Catarina, onde somente 6,9% das casas recebem benefícios.
Perfil econômico
Os percentuais abaixo ou próximos da média brasileira em Rondônia e Tocantins se aproximam de indicadores observados no Centro-Oeste, a exemplo do Mato Grosso (17,8%). Segundo o IBGE, a menor dependência nesses locais se relaciona à maior presença de postos formais de trabalho, além do peso do agronegócio e do setor de serviços na composição da renda familiar.
Os números abrangem repasses como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e auxílios de origem estadual ou municipal.
Com informações de Atitude Tocantins

