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Ibama coleta amostras de óleo em Ipanema e apura origem do material

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Equipes do Centro Nacional de Emergências Ambientais e Climáticas (Ceneac) do Ibama recolheram, nesta sexta-feira (10), seis amostras de manchas de óleo localizadas na praia de Ipanema, entre os postos 8 e 9, na zona sul do Rio de Janeiro. O material foi encaminhado ao Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (Ladetec), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para análise.

Segundo o Ibama, o primeiro registro das manchas chegou ao órgão às 8h30 de quinta-feira (9). No mesmo dia, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) comunicou a presença de resíduos semelhantes na Praia Grande, dentro da Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo (RJ).

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Vistorias e coordenação

Outras equipes do instituto permanecem em campo vistoriando o litoral fluminense com o objetivo de identificar novas áreas afetadas e rastrear a origem do óleo. As informações coletadas foram repassadas ao Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), responsável pelo Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional, e ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que coordena ações conjuntas de resposta.

Monitoramento do Inea

O Inea informou que segue monitorando todo o litoral do estado enquanto aguarda os resultados laboratoriais, que devem orientar as próximas medidas. Até o momento, não há indícios de contaminação que justifiquem restrições ao banho de mar. O órgão, contudo, recomenda evitar contato direto com as pelotas de petróleo que possam aparecer na areia, pois o produto pode causar irritações na pele e aderir a roupas e calçados. Novos registros devem ser comunicados imediatamente às autoridades ambientais.

Posicionamento da Marinha

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, relatou ter enviado uma equipe à praia de Ipanema após receber a denúncia. Os militares não constataram sinais de manchas de óleo nem de poluição hídrica na área visitada.

Com informações de InfoMoney

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