A Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos de Palmas (Seirdh) realizou, na sexta-feira, 25 de setembro, o Dia D do Mapeamento Participativo dos Povos e Comunidades Tradicionais Ribeirinhas e Pescadores Artesanais. A mobilização ocorreu simultaneamente na Feira da 304 Sul, em espaço cedido pela Colônia de Pescadores Z-10, e na Vila dos Pescadores, no Jardim Taquari, com apoio da Associação dos Pescadores Profissionais do Estado do Tocantins (Appet).
O levantamento, disponível até segunda-feira, 5 de outubro, pode ser respondido em formulário on-line. O objetivo é coletar dados sobre perfil socioeconômico, territórios, modos de vida e principais necessidades de pescadores artesanais e comunidades ribeirinhas da capital.
Parcerias
A iniciativa conta com parceria do Instituto Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais do Tocantins, da Rede de Povos e Comunidades Tradicionais (Rede de PCTs), da Colônia de Pescadores Z-10 e da Appet.
Importância do contato presencial
O secretário Joelson Soares explicou que o atendimento in loco foi adotado para aumentar a adesão. “Cada comunidade apresenta desafios específicos, e a mobilização presencial tende a trazer resultados mais efetivos”, afirmou.
Demandas apresentadas
Entre os participantes, a pescadora Jarcirene Barbosa de Morais destacou a falta de frigorífico e a dificuldade de acesso ao lago. Já o presidente da Colônia Z-10, Davi Rodrigues, apontou a necessidade de infraestrutura para beneficiamento do pescado e os impactos da usina de Lajeado.
Com 14 anos de atividade, o pescador Francisco Silva Galvão incentivou colegas a preencher o formulário. “É importante que todos participem para termos resultados que nos beneficiem no futuro”, declarou.
As equipes da Seirdh permaneceram nos dois locais durante todo o dia oferecendo orientações e auxiliando no preenchimento dos questionários.
Com informações de Palmas – Portal da Prefeitura

