A influenciadora digital Evellyn Dantas Lima, de Mãe do Rio (PA), foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16/9) após dois homens armados invadirem a residência onde ela morava. A Polícia Civil do Pará investiga se a execução foi ordenada por uma facção criminosa.
Invasão e assassinato
De acordo com a investigação, os criminosos encapuzados arrastaram Evellyn até a entrada do imóvel antes de disparar diversas vezes. Na fachada da casa, os agentes encontraram a pichação “TCP”, sigla que faz referência ao Terceiro Comando Puro, grupo apontado como uma das principais facções do Rio de Janeiro. A relação entre a inscrição e o crime ainda é apurada.
Perfil nas redes e repercussão
Evellyn acumulava mais de 20 mil seguidores, publicando conteúdos sobre viagens, maquiagem e beleza. O perfil foi desativado após sua prisão no fim de julho, fato que gerou protestos de moradores da região.
Antecedentes criminais
No final de julho deste ano, a influenciadora foi presa durante operação que investigava o assassinato do sargento da Polícia Militar do Pará Antônio Anildo Alves. Autuada em flagrante por tráfico de drogas, ela foi liberada para responder ao processo em liberdade. Na ocasião, a polícia apreendeu com Evellyn porções de maconha, cocaína e dois carregadores de arma de fogo.
O sargento havia sido morto dentro de um supermercado por quatro homens encapuzados que chegaram ao local em um carro e abriram fogo contra o militar.
A Polícia Civil segue buscando os autores dos disparos que mataram Evellyn Dantas e apura se a execução está ligada à morte do policial ou a disputas entre facções.
Com informações de Metrópoles

