','

'); } ?>

XP vê retomada de estrangeiros e aponta ações defensivas após correção de até 17% no Ibovespa

Publicidade

O Ibovespa acumula queda de aproximadamente 15% a 17% nos últimos dois meses, reflexo do receio de inflação no Brasil em meio à guerra no Oriente Médio, que elevou a curva de juros. Mesmo assim, a XP Investimentos enxerga espaço para ganhos e reforça apostas em setores considerados mais resilientes.

Em entrevista ao Money Times, o estrategista de renda variável Raphael Figueredo afirmou que o fluxo de capital estrangeiro voltou a ganhar força na B3. Segundo ele, investidores têm buscado alternativas fora do rali global de inteligência artificial, favorecendo ações brasileiras de bancos e commodities, hoje negociadas com desconto.

Publicidade

Alvo do Ibovespa e cenário externo

No relatório Raio-XP, a corretora revisou a projeção para o principal índice da Bolsa de 205 mil para 200 mil pontos, ajuste atribuído à alta das taxas reais de longo prazo no país. Lá fora, o mercado trabalha com a possibilidade de ao menos um aumento nos juros pelo Federal Reserve. O rendimento do Treasury de 10 anos acima de 4,60% reforça a perspectiva de inflação global mais resistente, observou Figueredo.

Volatilidade eleitoral

Apesar das eleições presidenciais em outubro já influenciarem o radar dos investidores, o estrategista destaca que, até agora, a oscilação ligada ao pleito tem sido menor do que em ciclos anteriores. A expectativa, contudo, é de maior ruído à medida que a data do primeiro turno se aproxima.

Setores e ações preferidos

Para atravessar o período de cautela, a XP mantém preferência por nomes defensivos:

  • Setor financeiro – Itaú (ITUB4) permanece como principal escolha, descrito como “maquininha de gerar resultados”.
  • Saneamento – Sabesp (SBSP3) e Copasa (CSMG3) figuram entre as favoritas.
  • Energia elétrica – Copel (CPLE3) e Equatorial (EQTL3) completam a lista.

“Temos um time capaz de vencer a campeã do mundo, com muita qualidade e recorrência de resultados”, resumiu Figueredo, ao justificar a convicção nas recomendações mesmo diante do cenário de juros elevados e tensões geopolíticas.

Com informações de Money Times

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *