','

'); } ?>

União Europeia estuda liberar novamente a importação de frango do Brasil após vistoria

Publicidade

A cadeia avícola brasileira aguarda a decisão da União Europeia (UE) sobre a retomada das compras de carne de frango do país. A análise foi motivada pela conclusão de uma missão técnica do bloco que, entre agosto e o início de setembro, conferiu os sistemas de controle sanitário, uso de antimicrobianos e rastreabilidade na produção nacional.

A informação foi detalhada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, durante o II Encontro Avicultura Conexões, realizado na 49ª Expointer, em Esteio (RS). Segundo ele, o setor acredita ter atendido todas as exigências adicionais impostas pelos europeus e agora aguarda o relatório da equipe técnica para subsidiar a deliberação das autoridades do bloco.

Publicidade

Foco em antimicrobianos e rastreabilidade

Um dos principais pontos verificados pela delegação estrangeira foi a fiscalização do uso de antimicrobianos como promotores de crescimento. Também foram inspecionados os sistemas que permitem rastrear cada etapa da cadeia produtiva, da granja ao abate.

Novos critérios em vigor desde julho

Para atender às demandas europeias, as empresas brasileiras operam, desde 1º de julho, sob um conjunto reforçado de procedimentos de controle e rastreabilidade. A implementação envolve o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), órgãos estaduais de fiscalização e frigoríficos habilitados.

O modelo de integração predominante na avicultura nacional, no qual produtores recebem insumos, orientação técnica e acompanhamento direto das empresas, é apontado pela ABPA como fator que facilita o cumprimento dos protocolos sanitários e a prevenção do uso irregular de substâncias.

Próximos passos em Bruxelas

De volta à Europa, os técnicos elaborarão um documento com as constatações da visita. A expectativa é que o material seja analisado em reunião programada para novembro, mas existe a possibilidade de convocação de um encontro extraordinário que antecipe a decisão.

Mercado tradicionalmente relevante para a proteína de frango brasileira, a UE recompensava exportadores com preços superiores à média global antes da restrição. A liberação das vendas, portanto, é vista pelo setor como fator decisivo para recuperar volumes e reforçar a imagem sanitária do país.

Até a divulgação do parecer europeu, a ABPA e o Mapa seguem acompanhando as tratativas. A data de retomada dos embarques e eventuais condições adicionais só serão definidas após a conclusão desse processo.

Com informações de Portal do Agronegócio

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *