O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta quarta-feira (3) a distribuição dos R$ 4,9 bilhões reservados no Orçamento de 2026 para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O Partido Liberal (PL) receberá a maior parcela, estimada em R$ 881,7 milhões. Na sequência aparecem Partido dos Trabalhadores (PT), com R$ 615,4 milhões, e União Brasil, com R$ 526,2 milhões. Juntos, os três partidos ficarão com aproximadamente 40% do total.
Valores destinados a cada legenda
- AGIR – R$ 3,3 milhões
- AVANTE – R$ 72,5 milhões
- CIDADANIA – R$ 60,1 milhões
- DEMOCRACIA CRISTÃ – R$ 3,3 milhões
- MDB – R$ 400,0 milhões
- MOBILIZA – R$ 3,3 milhões
- NOVO – R$ 37,0 milhões
- PCdoB – R$ 60,0 milhões
- PCB – R$ 3,3 milhões
- PCO – R$ 3,3 milhões
- PDT – R$ 169,0 milhões
- PL – R$ 881,6 milhões
- PODE – R$ 245,9 milhões
- PP – R$ 417,0 milhões
- PRD – R$ 71,8 milhões
- PRTB – R$ 3,3 milhões
- PSB – R$ 152,2 milhões
- PSD – R$ 421,0 milhões
- PSDB – R$ 147,8 milhões
- PSOL – R$ 131,5 milhões
- PSTU – R$ 3,3 milhões
- PT – R$ 615,3 milhões
- PV – R$ 45,1 milhões
- REDE – R$ 35,8 milhões
- REPUBLICANOS – R$ 348,5 milhões
- SOLIDARIEDADE – R$ 88,5 milhões
- UNIÃO – R$ 526,2 milhões
- UP – R$ 3,3 milhões
Critérios de rateio
Os repasses seguem regras fixadas em lei:
- 2% do montante é dividido igualmente entre todos os partidos com estatuto registrado no TSE;
- 35% são repartidos conforme a votação obtida pelas siglas para a Câmara dos Deputados na última eleição;
- 48% são distribuídos de acordo com o número de cadeiras ocupadas na Câmara;
- 15% levam em conta o tamanho das bancadas no Senado.
Liberação e prestação de contas
O dinheiro só fica disponível após os diretórios nacionais definirem critérios internos de distribuição, que devem considerar cotas de gênero e raça. Os recursos têm uso exclusivo em campanhas eleitorais e, ao fim do pleito, sobras devem retornar ao Tesouro Nacional. Caso alguma legenda recuse o valor, a quantia igualmente volta aos cofres públicos.
Com informações de G1

