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Pesquisa Quaest aponta disputa acirrada pelo governo do Espírito Santo

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Levantamento do Instituto Quaest, divulgado nesta quinta-feira (30), indica equilíbrio na corrida pelo Palácio Anchieta nas eleições de 2026. No cenário que reúne cinco pré-candidatos, quatro nomes aparecem em empate técnico, dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

Cenário 1 – todos os pré-candidatos

Paulo Hartung (PSD) tem 19%, seguido por Lorenzo Pazolini (Republicanos) com 18%. Na sequência surgem Ricardo Ferraço (MDB) e Magno Malta (PL), ambos com 15%. Helder Salomão (PT) registra 7%. Indecisos somam 17% e brancos/nulos/não votarão, 9%.

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Cenário 2 – sem Paulo Hartung

Ricardo Ferraço lidera com 24%, enquanto Lorenzo Pazolini chega a 20% e Magno Malta, a 18%. Helder Salomão marca 8%. Indecisos são 17%; brancos/nulos/não votarão, 13%.

Cenário 3 – sem Hartung e Pazolini

Ferraço amplia a vantagem para 32%, seguido por Magno Malta com 24% e Helder Salomão com 10%. Indecisos representam 16% e brancos/nulos/não votarão, 18%.

Cenário 4 – sem Hartung e Magno Malta

Ferraço mantém 32%, contra 24% de Pazolini. Helder Salomão alcança 9%. Indecisos ficam em 18% e brancos/nulos/não votarão, 17%.

Segundo turno

A pesquisa simulou seis combinações de segundo turno:

  • Ferraço x Pazolini: 32% a 31% (Ferraço).
  • Pazolini x Helder Salomão: 43% a 14% (Pazolini).
  • Pazolini x Magno Malta: 37% a 28% (Pazolini).
  • Ferraço x Magno Malta: 38% a 28% (Ferraço).
  • Paulo Hartung x Ferraço: 36% a 27% (Hartung).
  • Paulo Hartung x Pazolini: 37% a 29% (Hartung).

Rejeição

Os índices de rejeição apontam Magno Malta com 46%, Paulo Hartung com 36%, Helder Salomão com 33%, Ricardo Ferraço com 31% e Lorenzo Pazolini com 23%.

Metodologia

Encomendado pela TV Gazeta, o levantamento ouviu 804 eleitores capixabas com 16 anos ou mais entre 24 e 28 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Segundo o instituto, 60% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de voto, enquanto 38% se dizem convictos da escolha.

Com informações de G1

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