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Empresários veem poucas chances de reverter decisão dos EUA que classifica facções brasileiras como terroristas

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Representantes do setor empresarial brasileiro que buscam nos Estados Unidos a revogação da medida que enquadrou o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas relatam crescente pessimismo. Segundo eles, as conversas com parlamentares e integrantes do governo norte-americano avançam muito pouco e continuam praticamente paradas.

A regra, anunciada no mês passado pela gestão do ex-presidente Donald Trump, preocupa o empresariado porque amplia o alcance de leis extraterritoriais dos EUA. Em caso de manutenção da medida, companhias brasileiras podem ficar sujeitas a sanções financeiras mais duras e enfrentar novos entraves burocráticos impostos por autoridades de Washington.

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Desde a divulgação da decisão, o grupo de empresários organiza rodadas de diálogo para tentar demover o governo norte-americano. Até agora, porém, os relatos são de que não houve qualquer sinal de recuo por parte dos EUA.

A classificação das facções como terroristas foi oficializada poucos dias após a visita do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à capital norte-americana, fato que intensificou a mobilização do setor produtivo.

Com informações de Metrópoles

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