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Daniel Bialski é citado para assumir defesa de Daniel Vorcaro no caso Master

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Pessoas próximas ao banqueiro Daniel Vorcaro passaram a mencionar o nome do criminalista Daniel Bialski como possível novo advogado de defesa no chamado caso Master, após a saída de José Luis Oliveira Lima.

De acordo com interlocutores, a troca é avaliada nos bastidores porque Bialski mantém bom trânsito no gabinete do ministro André Mendonça, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo defensor, conhecido como Juca, já não estaria sendo recebido pelo ministro.

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Histórico de atuação junto ao STF

Bialski representou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (União Brasil) em inquéritos relatados por André Mendonça sobre a Operação Catarata e supostos desvios na Fundação Leão XIII. Em junho de 2025, o magistrado arquivou as investigações contra Castro.

O criminalista também atuou na defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da ex-deputada federal Carla Zambelli.

Sondagem sem convite formal

Segundo apurou o blog, Bialski foi procurado por aliados de Vorcaro no início da semana passada, mas não houve convite oficial nem reunião com familiares até o momento. A assessoria do advogado Sergio Leonardo, que atualmente representa Vorcaro, afirmou que o nome de Bialski não partiu da defesa.

Mudança de defensor após rejeição de delação

José Luis Oliveira Lima deixou o caso na sexta-feira, 22 de maio, mesma semana em que a Polícia Federal recusou proposta de delação premiada apresentada por Vorcaro. Apesar de a Procuradoria-Geral da República (PGR) manter as negociações, avalia-se que eventual acordo possa enfrentar resistência do ministro Mendonça.

Juca, que assumira em março e tem no currículo colaborações como a do empreiteiro Léo Pinheiro (OAS) na Operação Lava Jato, disse ter saído em comum acordo com o cliente.

Pressão e valores em negociação

Interlocutores relatam que Vorcaro não suporta mais permanecer preso e estaria disposto a ampliar o conteúdo da colaboração. O valor a ser devolvido, inicialmente de R$ 40 bilhões, poderia subir para R$ 60 bilhões em eventual ajuste com a PGR, conforme informou o blog de Valdo Cruz.

Até o momento, não há definição oficial sobre quem assumirá a defesa do banqueiro.

Com informações de G1

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