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Bellingham marca de novo, leva Inglaterra à semifinal e se aproxima de recordes históricos

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Jude Bellingham voltou a decidir para a seleção inglesa e garantiu a vitória por 2 a 1 sobre a Noruega, neste domingo (12/7), sob forte calor em Miami, classificando a equipe para a semifinal da Copa do Mundo de 2026.

Protagonismo na campanha

Aos 23 anos, o meio-campista anotou os dois gols da Inglaterra e se tornou o primeiro jogador desde Diego Maradona, em 1986, a marcar dois ou mais gols em partidas eliminatórias consecutivas de uma mesma edição do torneio. Ele também é o segundo mais jovem a atingir o feito; só Pelé, com 17 anos em 1958, alcançou a marca antes.

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Números do jogo

No confronto em Miami, Bellingham liderou as estatísticas inglesas: cinco finalizações, seis toques na área adversária, oito duelos vencidos e quatro faltas sofridas. O desempenho reforça a importância do camisa 10, que já soma 12 gols pela seleção — nove em competições de grande porte. Cinco desses tentos abriram o placar para o time, enquanto dois foram de empate.

Versatilidade nas finalizações

Ao lado do norueguês Erling Haaland, Bellingham é o único atleta nesta Copa a balançar as redes com o pé direito, o esquerdo e de cabeça. A variedade confirma o momento decisivo do jogador do Real Madrid, recuperado de lesões no ombro e na coxa que o afastaram por parte da temporada europeia.

Desafio contra Messi

Classificada, a Inglaterra enfrenta a Argentina de Lionel Messi na quarta-feira (15/7), em Atlanta. O confronto definirá o primeiro finalista do torneio; Espanha e França disputam a outra vaga. Messi, de 39 anos, soma oito gols na competição, enquanto Bellingham chegou a cinco, igualando o recorde inglês de Gary Lineker, que fez seis gols sem pênaltis em 1986.

Disputa interna e confiança do técnico

Apesar da concorrência do atacante Morgan Rogers, o técnico Thomas Tuchel manteve Bellingham entre os titulares, apostando na experiência e no histórico de atuações decisivas do meio-campista. A escolha tem dado resultado: depois de brilhar nas oitavas contra o México, o jogador repetiu a dose diante da Noruega e mantém viva a esperança inglesa de encerrar um jejum mundial que dura desde 1966.

Agora, o camisa 10 busca levar a equipe ao título e, se repetir o protagonismo contra a Argentina, poderá cimentar seu nome ao lado de lendas que marcaram a história do torneio.

Com informações de BBC News Brasil

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