O comentarista Walter Casagrande Júnior afirmou que Inglaterra e França chegam mais fortes à fase final da Copa do Mundo de 2026 por contarem com um número maior de atletas capazes de resolver partidas do que a Argentina. A análise foi feita nesta quinta-feira (11), durante o programa Fim de Papo, do Canal UOL, logo após a classificação inglesa sobre a Noruega e na véspera de Argentina x Suíça, confronto que definirá o adversário dos ingleses na semifinal.
Ingleses e franceses com “mais de um” protagonista
De acordo com Casagrande, as duas seleções europeias possuem opções variadas para decidir os jogos. “A Inglaterra tem dois jogadores que podem desequilibrar, enquanto a França tem ainda mais”, disse, citando Jude Bellingham e Harry Kane pelo lado inglês, e Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé e Michael Olise pelos franceses.
Para o ex-atacante, quem auxilia na criação de jogadas também assume papel decisivo. “Define o jogo quem dá a assistência, quem movimenta o time e balança a defesa adversária”, completou.
Dependência de Messi na Argentina
Ao comparar com a seleção sul-americana, o comentarista destacou a recorrente responsabilidade atribuída a Lionel Messi. “A Argentina depende muito do que o Messi faz em campo, seja construindo a jogada ou finalizando”, avaliou.
Bellingham divide holofotes na Inglaterra
Casagrande ressaltou que, para conquistar o título, equipes precisam alternar o protagonismo ao longo da competição. “Grandes seleções precisam mudar o protagonista durante o torneio. Hoje o Harry Kane praticamente não pegou na bola, mas havia Jude Bellingham”, explicou.
O jornalista Paulo Vinicius Coelho (PVC) reforçou o peso de Bellingham na campanha inglesa e projetou o meia como candidato ao prêmio de melhor jogador do Mundial, a depender do desempenho nas duas últimas partidas. Segundo PVC, dos 13 gols marcados pela Inglaterra até aqui, seis foram de Kane, seis de Bellingham e um de Marcus Rashford.
Inglaterra mereceu a vaga, diz Rodrigo Mattos
O colunista Rodrigo Mattos afirmou que a classificação sobre a Noruega foi justa. “A Inglaterra tentou se impor durante todo o jogo, mesmo com alguns momentos de desequilíbrio no meio-campo. Nos 120 minutos, foi superior e mereceu avançar”, concluiu.
Com informações de UOL

