','

'); } ?>

Ministros do STF evitam ir aos EUA para jogos da Copa por receio de veto na imigração

Publicidade

Magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF) têm descartado a possibilidade de acompanhar in loco a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos. O grupo teme ser impedido de entrar no país ou de acessar os estádios por causa de eventuais efeitos remanescentes da Lei Magnitsky, que já motivou restrições a vistos de autoridades brasileiras.

Em 2023, o governo de Donald Trump incluiu o ministro Alexandre de Moraes na lista de sanções previstas pela legislação norte-americana e impôs limitações de visto a diversos integrantes do Judiciário. Na época, apenas Luiz Fux, André Mendonça e Nunes Marques não foram afetados.

Publicidade

As penalidades contra Moraes foram revogadas em dezembro do mesmo ano, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo assim, a situação dos vistos permanece indefinida, o que leva os ministros a evitar possíveis constrangimentos na imigração ou nos locais dos jogos.

Luís Roberto Barroso, que deixou a presidência do STF em outubro de 2023, já havia classificado a restrição norte-americana como “desagradável”. Em entrevista à CNN Brasil, ele ressaltou que a concessão de vistos é prerrogativa do país anfitrião, ainda que considere a medida injusta.

A Copa de 2026 será disputada em Estados Unidos, Canadá e México. Na fase de grupos, a Seleção Brasileira atuará apenas em solo norte-americano. Paralelamente, o governo dos EUA também determinou limitações de deslocamento para a equipe do Irã dentro do território, decisão contestada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Com o impasse sobre vistos sem previsão de solução, os ministros brasileiros preferem acompanhar o torneio à distância.

Com informações de Metrópoles

Publicidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *