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Advogado volta ao STF e cobra apuração sobre supostos “clones” na Polícia Federal

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Brasília — O advogado Kelmo Martins Bandeira protocolou novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) na manhã de 10 de junho, reforçando a solicitação de investigação sobre um alegado esquema internacional de clonagem de DNA atribuído à chamada “organização 666”. Ele afirma que a Polícia Federal (PF) estaria infiltrada por clones e, por isso, defende que a apuração fique sob responsabilidade da Procuradoria-Geral da República (PGR).

No documento, Bandeira sustenta que a corporação “foi corrompida” e não teria condições de conduzir a investigação. Segundo ele, os fatos foram comunicados à PF em 2023, mas nenhuma iniciativa teria sido aberta, o que, na visão do advogado, confirmaria a suposta infiltração.

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Figuras citadas

O pedido menciona o papa Leão XIV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ator Leonardo DiCaprio como integrantes do grupo. Hunter Biden, familiares do ator norte-americano e a Igreja Católica também aparecem na petição.

Bandeira alega que a “organização 666” manteria pessoas em cativeiro, realizaria clonagens, trocaria identidades e promoveria alterações genéticas. Ele elenca ainda artistas e personalidades que teriam sido vítimas, entre eles Tatau, Claudia Leitte, Wladimir Brichta, Marina Ruy Barbosa, Samuel Rosa, Neymar, Ronaldo Fenômeno, Hamilton Mourão, Gabigol, Joesley Batista, William Bonner e Fernando Alonso.

Ausência de provas

Apesar das acusações, o documento não apresenta evidências científicas ou elementos que comprovem a existência do suposto esquema. Bandeira argumenta que “a ação de robôs nesse tipo de crime acarreta sofrimento maior que a capacidade humana” e pede “urgência e coragem” do STF para enfrentar o que classifica como “o maior atentado à democracia brasileira”.

Tramitação no Supremo

O processo foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin. Até o momento, não houve manifestação sobre as alegações de clonagem de DNA, controle mental, manipulação genética e eventual substituição de pessoas por clones.

Caso o Supremo considere o pedido inepto ou destituído de plausibilidade, o processo pode ser arquivado sem análise de mérito. Há ainda possibilidade de aplicação de multa por litigância de má-fé, quando o Judiciário entende que a parte faz uso abusivo dos recursos judiciais.

Com informações de Metrópoles

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