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Operação da PF contra Ciro Nogueira acirra disputa entre Planalto e Centrão

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Uma ação da Polícia Federal deflagrada em 12 de maio de 2026, que mirou o senador Ciro Nogueira (PP-PI) no âmbito de investigações sobre o Banco Master, aprofundou a crise entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Centrão.

Operação e reação política

Líder influente do bloco, Ciro Nogueira é aliado próximo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Parlamentares enxergaram a ofensiva policial como possível retaliação após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, episódio que já havia tensionado a relação entre o Planalto e Alcolumbre.

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Impacto no Senado

Com o clima deteriorado, senadores ameaçam dificultar a votação de projetos considerados prioritários pelo Executivo. A possibilidade de travamento da pauta legislativa amplia o risco de atraso em reformas e em leis consideradas essenciais pela equipe econômica.

Banco Master vira centro da disputa

O processo, que começou como investigação financeira, transformou-se em termômetro da crise política. A oposição pressiona pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a atuação do Banco Master, enquanto integrantes do Centrão e setores do Judiciário resistem, temendo que novos desdobramentos atinjam outras lideranças.

Estrategia do Planalto

Para conter a rebelião no Senado, o governo alterna acenos públicos de conciliação com movimentações internas. Auxiliares de Lula mapeiam cargos federais ocupados por aliados de Alcolumbre, avaliando mudanças que sinalizem força política às vésperas das eleições de 2026.

Negociações em aberto

Apesar do ambiente hostil, a liberação de verbas e emendas parlamentares segue como principal moeda de troca. Analistas avaliam que o Planalto terá de empenhar expressivo capital político para reconstruir a base de apoio e impedir novos reveses no Congresso.

Com informações de Gazeta do Povo

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