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Polícia aponta que empresária assassinada em Peixe caiu em emboscada preparada pelas filhas

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A Polícia Civil do Tocantins encerrou o inquérito sobre a morte da servidora pública e empresária Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, 55 anos, ocorrida na zona rural de Peixe em dezembro de 2025. O levantamento da 94ª Delegacia de Polícia de Peixe, com apoio da 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Gurupi, concluiu que a vítima foi atraída para uma emboscada e assassinada pelas duas filhas.

Motivação e planejamento

Segundo o inquérito, constantes desavenças sobre o controle do patrimônio familiar motivaram o crime. As irmãs teriam comprado um celular em nome da mãe para enviar mensagens falsas a parentes, simulando um afastamento voluntário e, assim, retardar a busca policial.

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Dinâmica do homicídio

Deise desapareceu em 27 de dezembro de 2025. Na data do crime, foi levada à região da Vila Quixaba, onde sofreu golpes de arma branca. O corpo foi lançado no rio Santa Tereza a fim de ocultar o delito e só foi localizado em 1º de janeiro de 2026, já em avançado estado de decomposição. O laudo necroscópico apontou choque hipovolêmico como causa da morte.

Elementos de prova

Perícias técnicas posicionaram as investigadas na cena do crime em horário compatível com a execução e a ocultação do cadáver. A investigação também identificou tentativas de apagar rastros digitais, venda do telefone da vítima e exclusão de arquivos.

Indiciamentos

O delegado João Paulo Sousa Ribeiro indiciou:

  • Filha, 26 anos: feminicídio, ocultação de cadáver, apropriação indébita e supressão de documento;
  • Filha, 32 anos: feminicídio, ocultação de cadáver, falsa identidade e supressão de documento;
  • Marido da vítima: supressão de documento, por suspeita de eliminação de registros após o crime.

Situação processual

As duas filhas, presas temporariamente desde as primeiras fases da investigação, tiveram as cautelares convertidas em prisão preventiva e permanecem detidas. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e aguarda manifestação do Ministério Público para eventual oferecimento de denúncia.

Com informações de Atitude Tocantins

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