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Protesto em Brasília usa performance simbólica para denunciar feminicídio

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Mulheres e crianças se reuniram na tarde deste domingo (8/3), Dia Internacional da Mulher, no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-Americano, em Brasília, para chamar atenção para o feminicídio e a violência de gênero. O ato, iniciado por volta das 13h, contou com uma encenação em que a cabeça de um manequim era apontada por uma arma cenográfica, acompanhada da frase “Quando você cala, você também puxa esse gatilho”.

Batizada de Ato Político-Cultural do Dia Internacional de Luta das Mulheres, a manifestação exibiu cartazes com mensagens de impacto, como “Violência não é ação. É ausência” e “Parem de nos matar”. Além de exigir políticas públicas de proteção, representatividade feminina e defesa da vida das mulheres, os participantes levantaram outras pautas, entre elas o fim da escala 61 e a soberania dos povos.

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O protesto contou com o apoio de entidades sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores no Distrito Federal (CUT-DF), o Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), o Sindicato dos Servidores Técnico-Administrativos da Universidade de Brasília (Sindfub) e o Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF.

Mudança de rota por causa da chuva

Inicialmente, a marcha seguiria até o Palácio do Buriti, sede do governo local. Entretanto, a ocorrência de chuva e o risco de descargas elétricas levaram a organização a permanecer nos arredores do Eixo Cultural, em uma “marcha simbólica”.

Pronunciamentos oficiais

Na véspera do evento, sábado (7/3), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu em cadeia nacional o combate ao feminicídio. Já neste domingo, o chefe do Executivo sancionou lei que reforça a proteção de vítimas em casos de estupro de vulnerável, confirmando no Diário Oficial da União que essa condição não pode ser relativizada.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também se pronunciou na data, afirmando que “nenhuma sociedade pode aceitar que mulheres sejam ameaçadas dentro de casa, no trabalho ou nas ruas”. Ele citou programas locais, como Viva-Flor e Direito Delas, criados para oferecer proteção, orientação e autonomia a mulheres em situação de risco.

O ato terminou sem registro de incidentes, permanecendo concentrado no Eixo Cultural Ibero-Americano devido às condições climáticas.

Com informações de Metrópoles

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