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PT discute pacote de reformas e estratégia eleitoral em congresso nacional de Brasília

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O Partido dos Trabalhadores (PT) inicia neste fim de semana, em Brasília, o seu encontro nacional para examinar um manifesto que norteará alianças nas eleições municipais de outubro e definirá orientações programáticas para os próximos anos.

Propostas de reformas

No documento, a sigla lista cinco reformas consideradas indispensáveis:

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  • Política e eleitoral – para “democratizar o poder”, restaurar a soberania popular e mudar o atual modelo de execução orçamentária via emendas parlamentares;
  • Tributária – destinada a corrigir distorções do sistema de impostos e garantir financiamento de direitos;
  • Tecnológica – voltada à soberania produtiva, científica e digital, com regulamentação dos oligopólios das plataformas digitais;
  • Do Judiciário – focada em democratização interna, criação de mecanismos de autocorreção e fortalecimento do Estado de Direito;
  • Administrativa – para reconstruir o Estado brasileiro e ampliar a capacidade da máquina pública.

Presença de Lula é incerta

Havia expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participasse do encerramento do congresso no domingo (26). Contudo, na sexta-feira (24) ele passou, em São Paulo, por um procedimento para retirada de uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo e recebeu infiltração no punho direito para tratar tendinite. Os médicos recomendaram retorno às atividades normais apenas na segunda-feira (27), deixando a presença no evento em aberto.

Cenário eleitoral e educação integral

O texto ressalta que “não há democracia sustentável sem a efetiva transformação material da sociedade” e avalia que o pleito municipal ocorrerá em meio ao avanço da extrema-direita na Europa e nas Américas. Segundo a assessoria petista, a universalização do ensino integral e do acesso à creche, além de uma “reforma da renda”, devem compor o núcleo do programa de governo a ser debatido.

Terras raras em pauta

O manifesto também menciona o debate sobre terras raras em curso no Congresso Nacional. O partido defende que o Brasil assuma o controle sobre suas reservas e estabeleça, no próprio território, o processamento e o desenvolvimento de tecnologia relacionada a esses 17 elementos químicos, gerando empregos qualificados e protegendo o patrimônio mineral. O projeto de lei que trata da exploração de minerais críticos teve a votação adiada pela segunda vez; o novo prazo para apresentação de parecer é 4 de maio. O governo federal busca padronizar regras para a atuação de empresas estrangeiras no setor.

O encontro nacional do PT prossegue até domingo, quando deve ser concluída a votação do texto.

Com informações de G1

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