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Operação Sem Refino revela dívida de R$ 50 bilhões da Refit e ligações políticas no Rio e em outros estados

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na última sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, que apura um esquema de sonegação fiscal envolvendo o grupo Refit, apontado como o maior devedor de tributos do país. Segundo a PF, a dívida ativa da empresa com a União e com governos estaduais supera R$ 50 bilhões, concentrando os maiores prejuízos nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

As investigações indicam que o esquema seria comandado pelo empresário Ricardo Magro e ganhou força durante a gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. De acordo com a Polícia Federal, a operação se infiltrou em diversos órgãos estaduais, alcançando a Procuradoria-Geral, a Secretaria da Fazenda, o Judiciário e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

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Relatórios da PF apontam ainda que as conexões políticas de Magro permitiram à Refit ampliar negócios em outras regiões. No Amapá, por exemplo, os investigadores apuram a concessão de benefícios tributários, suspeitas de pagamento de propina e o envolvimento de parlamentares ligados ao Centrão.

O caso é tema do episódio 1.722 do podcast O Assunto, do g1. Na conversa mediada pela jornalista Natuza Nery, a comentarista Maria Cristina Fernandes detalha como o esquema teria nascido, prosperado e se multiplicado ao longo das últimas décadas, além de discutir possíveis impactos no cenário político.

No programa, Maria Cristina traça um panorama das sucessivas investigações contra a Refit, relembra suspeitas de blindagem institucional durante o governo Castro e destaca as frentes abertas pela PF contra figuras próximas a líderes partidários em Brasília.

Com informações de g1

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