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Maioria dos brasileiros considera essencial a escolha de uma mulher para o STF, aponta Datafolha

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Levantamento do Instituto Datafolha, publicado em 18 de maio, mostra que 51% dos entrevistados consideram “muito importante” que a próxima vaga do Supremo Tribunal Federal (STF) seja ocupada por uma mulher. Hoje, a Corte conta com apenas uma ministra, Cármen Lúcia.

Representatividade no tribunal

Na mesma pesquisa, 46% afirmaram ser “muito importante” que o indicado seja negro; outros 16% avaliam o critério como “um pouco importante” e 35% afirmam que não tem relevância. A indicação de um nome religioso também aparece com 46% de apoio como fator “muito importante”, enquanto 20% veem o quesito como “um pouco importante”.

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Detalhes da pesquisa

O Datafolha entrevistou presencialmente 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o país, entre 12 e 13 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00290/2026.

Impacto da rejeição no Senado

A vaga foi aberta após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicou o advogado-geral da União, Jorge Messias, mas o Senado rejeitou o nome. Segundo o instituto, 59% dos entrevistados não souberam da rejeição; entre os informados, 53% entendem que o episódio enfraqueceu o governo, 7% acham que o fortaleceu e 36% não veem efeito.

Perfil do eleitorado

Entre eleitores que pretendem votar em Lula em 2026, 64% dizem ser “muito importante” a presença feminina na Corte e 60% defendem a indicação de uma pessoa negra. Entre potenciais eleitores de Flavio Bolsonaro (PL), esses percentuais caem para 41% e 35%, respectivamente.

Outros critérios avaliados

O instituto mediu ainda a relevância de seis atributos para o futuro ministro:

  • Ótimo conhecimento jurídico: 85% consideram “muito importante”.
  • Lealdade ao presidente que indica: 51% veem como “muito importante”; 25% dizem não ser relevante.
  • Independência de políticos e partidos: 64% classificam como “muito importante”.
  • Afinidade política com deputados e senadores: 47% atribuem grande importância; 26% julgam irrelevante.
  • Apoio dos atuais ministros do STF: 53% entendem ser “muito importante”, enquanto 20% consideram sem importância.

Com informações de G1

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