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Palmas reforça campanha contra leishmaniose com encoleiramento e vacinação antirrábica na região Sul

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A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) iniciou, na manhã desta terça-feira, 18 de agosto de 2026, uma força-tarefa de prevenção à leishmaniose visceral nas quadras Arso 151 (1503 Sul) e Arso 131 (1303 Sul), em Palmas. Agentes de Combate às Endemias percorreram as residências oferecendo, gratuitamente, coleiras impregnadas com inseticida e aplicação de vacina antirrábica em cães e gatos.

A abertura das atividades ocorreu na Unidade de Saúde da Família Satilo Alves de Sousa, na Arso 111 (1103 Sul), com a presença da secretária municipal da Saúde, Ana Paula Abadia. Segundo ela, a ação conta com o apoio da Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal (Sebem), que também disponibiliza serviço de castração. “A aproximação dos serviços com a comunidade amplia a proteção dos animais e reduz o risco de transmissão da doença”, afirmou.

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Moradores aprovam atendimento porta a porta

O empresário Leandro Ribeiro da Silva, 31 anos, morador da Arso 131, relatou que as visitas dos agentes facilitam a manutenção das coleiras e o acompanhamento das vacinas de seus cães Marroni, de 10 anos, e Tony, de 3. Já a estudante Geovana Mirandella, 21, elogiou a oferta dos serviços no próprio bairro enquanto levava o filhote Dan, de quatro meses, para receber atendimento; ela também é tutora de Wully, de 8 anos.

Números da campanha

As ações integram a Semana das Leishmanioses, que promove atividades educativas em diferentes pontos da capital. No primeiro semestre de 2026, 16.655 cães foram protegidos com coleiras em áreas consideradas estratégicas, abrangendo as Áreas de Trabalho Local (ATL) 01, 02, 03, 07, 13, 14, 16, 17 e 18.

No mesmo período, 4.207 animais passaram por testes rápidos, dos quais 581 apresentaram resultado positivo para leishmaniose visceral canina, indicando prevalência de 13,8% nas zonas monitoradas.

Em relação a casos humanos, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) registra quatro confirmações da doença em 2026 em Palmas, duas delas associadas à coinfecção por HIV. No ano anterior, foram três casos, um também com coinfecção.

Com informações de palmas.to.gov.br

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