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Popularidade de Javier Milei despenca enquanto pobreza recua ao menor nível em sete anos na Argentina

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A taxa de pobreza na Argentina caiu de 38,1% em 2024 para 28,2% em 2026, o menor patamar em sete anos, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). A melhora, comemorada pelo governo, contrasta com o aumento da desaprovação ao presidente Javier Milei, que chega a 64,5%, de acordo com a consultoria Zuban Córdoba.

Indicadores econômicos

Apesar do recuo da pobreza, o país ainda enfrenta desemprego em alta, fechamento de milhares de empresas e cortes em áreas como saúde e educação. O Produto Interno Bruto deve avançar 4,4% em 2025, mas analistas apontam que o presidente precisará estabilizar a economia para sustentar esse ritmo. A inflação, embora em trajetória de queda, deve encerrar 2025 em 31,5%, a menor desde 2017.

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Desconfiança bancária persiste

Herdeira do trauma do “corralito” de 2001, a população mantém cerca de US$ 170 bilhões fora do sistema financeiro. As isenções fiscais oferecidas por Milei para atrair esses recursos, sob o slogan “alivie seu colchão”, têm tido adesão limitada.

Pressão política

A queda na popularidade é agravada por escândalos que atingem integrantes do gabinete e pela desorganização da oposição, que ainda não apresenta alternativa viável ao governo. Para muitos argentinos, o impacto da inflação no dia a dia pesa mais do que os números positivos divulgados pelo Indec.

Outras medidas em curso

Entre as ações recentes, o governo anunciou aumento de impostos sobre combustíveis a partir de maio. Nos bastidores, aliados admitem que a equipe econômica busca novas fontes de receita sem comprometer as metas de ajuste fiscal.

Embora a redução da pobreza seja vista como um avanço, Javier Milei enfrenta o desafio de converter indicadores favoráveis em apoio popular duradouro.

Com informações de G1

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