Eleitoras e eleitores brasileiros têm até esta quarta-feira, 6 de maio, para solicitar o primeiro título, transferir domicílio, atualizar dados cadastrais ou quitar pendências com a Justiça Eleitoral. Após essa data, o cadastro será fechado para a definição do eleitorado apto a participar das eleições gerais de outubro de 2026, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores e deputados.
Serviços disponíveis on-line
Grande parte dos procedimentos pode ser feita no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na área “Autoatendimento Eleitoral”. Contudo, a emissão do primeiro título e quaisquer etapas que envolvam coleta de biometria exigem atendimento presencial em cartórios ou postos da Justiça Eleitoral.
O que pode ser feito até 6 de maio
• Emitir o primeiro título;
• Transferir o domicílio eleitoral;
• Atualizar informações cadastrais;
• Regularizar pendências;
• Cadastrar a biometria.
A identificação biométrica não é obrigatória para votar. Quem não tiver coletado as digitais poderá comparecer à seção eleitoral munido de documento oficial com foto, desde que esteja em dia com a Justiça Eleitoral.
Documentos exigidos para o primeiro título
• Documento oficial de identificação com foto (RG, carteira de trabalho ou passaporte);
• Comprovante de residência recente;
• Comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.
Como verificar a situação eleitoral
No “Autoatendimento Eleitoral”, basta acessar o item “Consultas” e selecionar “Situação do título”. A pesquisa pode ser feita informando número do título, CPF ou nome completo com data de nascimento. Caso exista alguma pendência, o sistema orienta sobre os passos para regularização.
Obrigatoriedade do voto
No Brasil, o voto é obrigatório para cidadãos alfabetizados de 18 a 70 anos. É facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com mais de 70 anos e quem não sabe ler ou escrever.
O prazo termina às 23h59 de quarta-feira. Após o fechamento do cadastro, novas solicitações só poderão ser feitas após as eleições.
Com informações de G1

