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Lulinha cria empresa de tecnologia em Madri durante apuração sobre fraudes no INSS

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Brasília – Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, registrou a empresa de tecnologia Synapta SL em Madri, na Espanha, enquanto prosseguem investigações sobre supostas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Embora não seja alvo do inquérito, o nome do empresário foi citado em razão de sua relação com pessoas investigadas.

Segundo o Registro Mercantil de Madrid, a Synapta SL foi constituída em 13 de janeiro deste ano e oficializada em 6 de fevereiro. O capital social informado é de 3 mil euros (aproximadamente R$ 18 mil). A companhia oferecerá consultoria técnica em tecnologia da informação, além de planejamento e desenvolvimento de sistemas que integrem hardware, software e comunicação. Cinco advogados espanhóis atuam como procuradores da empresa.

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Lulinha, primogênito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atua no setor de tecnologia há anos. À Folha de S. Paulo, a defesa afirmou que a nova firma cumpre todas as exigências legais, não tem vínculo com a investigação em curso e ainda não iniciou operações comerciais.

Menção em depoimento

O empresário está na Espanha pelo menos desde meados de 2023. O nome dele apareceu no depoimento de uma testemunha que relatou o pagamento de uma mesada por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos articuladores do esquema. A mesma testemunha disse que ambos viajaram juntos para Portugal.

Os advogados de Lulinha confirmaram a viagem, ocorrida em novembro de 2024, alegando que ele foi convidado por Antunes para conhecer uma fábrica de produtos de cannabis medicinal no país europeu.

Disposição para colaborar

De acordo com a defesa, Lulinha manifestou interesse em conversar com os investigadores. O advogado Marco Aurélio de Carvalho procurou, na semana passada, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito conhecido como Farra do INSS, para colocar o cliente à disposição.

Não há, até o momento, decisão da Corte sobre eventual oitiva do empresário.

Com informações de Metrópoles

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