O músico Marcelo Pretto, conhecido como Mitsu, morreu na madrugada deste domingo (8/3), aos 58 anos. Ele estava internado em São Paulo e enfrentava complicações decorrentes de um quadro de diabetes avançada.
A informação foi confirmada pelo Barbatuques, grupo do qual Pretto fazia parte desde 1997, em nota publicada nas redes sociais. “Hoje nos despedimos de um amigo muito querido e um artista gigante”, diz o comunicado.
Na mensagem, os integrantes ressaltaram a contribuição do cantor para a pesquisa e a difusão das manifestações culturais brasileiras: “Seu legado artístico é gigantesco e vai muito além de sua participação no Barbatuques”.
Fundado na capital paulista, o Barbatuques tornou-se referência nacional na técnica de percussão corporal, em que o corpo é utilizado como instrumento musical. Pretto era uma das vozes de destaque do grupo.
A morte do artista também motivou homenagens de colegas. O cantor Chico César comentou a publicação do Barbatuques no Instagram: “Poxa. Muito querido e artista imenso. Voz de muitas sutilezas e possibilidades: do sussurro ao trovão. Adeus, amigo”.
Pretto deixa um legado reconhecido tanto pela inovação na percussão corporal quanto pela dedicação à pesquisa da música popular brasileira.
Com informações de Metrópoles

