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TSE libera R$ 13,2 milhões para aluguel de locais de votação no exterior

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade nesta quinta-feira (23) a transferência de R$ 13,2 milhões ao Ministério das Relações Exteriores para a locação de imóveis que sediarão seções eleitorais fora do país nas eleições presidenciais deste ano.

O pedido partiu do Itamaraty em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, responsável pelo eleitorado no exterior, e chegou ao TSE em 10 de abril. Segundo o voto da relatora e presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, o recurso permitirá o funcionamento de 65 seções eleitorais em localidades onde embaixadas ou consulados brasileiros não dispõem de espaço suficiente para receber os eleitores. Os países contemplados não foram detalhados.

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Eleitorado fora do Brasil

Dados de fevereiro da Justiça Eleitoral indicam que 793.330 brasileiros estão cadastrados para votar no exterior, universo que será atualizado após 6 de maio, prazo final para regularização do título. Em comparação, o número total de eleitores registrados no TSE soma 155,8 milhões.

O contingente de votantes fora do país cresce de forma contínua: eram 697.078 em 2022, 500.727 em 2018, 354.184 em 2014 e 200.392 em 2010. Na eleição presidencial passada, Lisboa concentrou o maior colégio eleitoral estrangeiro, com 45.273 eleitores. Na sequência apareceram Miami e Boston, nos Estados Unidos, e Nagóia, no Japão.

Calendário e responsabilidades

Pelo cronograma eleitoral de 2026, o Itamaraty tem até 22 de junho para solicitar o funcionamento de seções fora dos locais inicialmente previstos e decidir a distribuição dos recursos. O TSE, por sua vez, deve oficializar até 6 de julho a lista definitiva de seções no exterior.

Assim como no Brasil, o voto é obrigatório para cidadãos alfabetizados de 18 a 70 anos — no exterior, porém, o eleitor escolhe apenas o presidente da República. Brasileiros residentes fora do país podem ser convocados como mesários, e servidores públicos também podem atuar voluntariamente. Cabe ao Ministério das Relações Exteriores contratar serviços complementares, como alimentação e limpeza dos espaços alugados.

Com informações de G1

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