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Pesquisa Quaest aponta onde governadores e ex-governadores carregam mais peso na eleição de 2026

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A edição de abril de 2026 da Quaest, realizada em 11 estados, indica um quadro fragmentado na disputa pelos governos estaduais. O levantamento mediu a disposição do eleitorado em reeleger os chefes do Executivo que estão no cargo e a capacidade de ex-governadores transferirem votos a seus aliados.

Quatro governadores buscam segundo mandato

Entre os mandatários avaliados, quatro já confirmaram intenção de concorrer à reeleição:

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  • Raquel Lyra (PSD-PE) – 57% dos entrevistados em Pernambuco afirmam que ela merece continuar no cargo. Sua aprovação subiu de 51% para 62% desde agosto de 2025.
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) – 54% consideram que o governador paulista deve permanecer. Ele aparece com 38% das intenções de voto, contra 26% de Fernando Haddad (PT).
  • Jerônimo Rodrigues (PT-BA) – 51% dos baianos dizem que ele merece um novo mandato. No primeiro turno, o petista tem 37% e aparece tecnicamente empatado com ACM Neto (União Brasil), que registra 41%.
  • Elmano de Freitas (PT-CE) – Metade do eleitorado cearense entende que o petista merece ser reeleito. Camilo Santana (PT), entretanto, teria desempenho superior contra Ciro Gomes (PSDB) em eventual segundo turno.

Influência na escolha de sucessores

Nos demais estados, a Quaest perguntou se o atual ou o ex-governador deveria eleger um sucessor. Os resultados variam conforme a avaliação de cada gestão:

Força de transferência

  • Goiás – Ronaldo Caiado (União Brasil): 71% dizem que ele merece fazer o sucessor; aprovação do governo chega a 84%. O vice-governador Daniel Vilela (MDB) é citado por 37% como o candidato do grupo.
  • Paraná – Ratinho Júnior (PSD): 64% concordam que ele deve indicar o próximo governador; 80% aprovam sua gestão, sendo 70% de avaliação ótima ou boa.
  • Pará – Helder Barbalho (MDB): 56% avaliam que ele merece escolher o sucessor. A ex-vice e atual governadora Hana Ghassan (MDB) está empatada com Daniel Santos (Podemos) no primeiro turno.

Resistência à continuidade

  • Minas Gerais – Romeu Zema (Novo): 49% dizem que ele não merece eleger sucessor; 52% aprovam e 41% desaprovam o governo.
  • Rio de Janeiro – Cláudio Castro (PL): 53% rejeitam a continuidade de seu grupo; 47% desaprovam a administração, enquanto 23% a avaliam positivamente.
  • Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSD): 49% não querem sucessor indicado por ele, contra 39% favoráveis; 51% aprovam o governo e 39% desaprovam.

Preferências de perfil político

O estudo também verificou qual tipo de alinhamento o eleitor deseja no próximo governante. Em São Paulo, 54% preferem um candidato independente, sem ligação direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Na Bahia, por outro lado, a maioria opta por um gestor aliado de Lula.

O levantamento da Quaest foi realizado entre 17 e 22 de abril, com amostras representativas em cada estado. As margens de erro variam conforme o tamanho da amostra local.

Com informações de G1

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