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Oito pré-candidatos já se apresentam para a eleição presidencial de 2026

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O quadro sucessório para o Palácio do Planalto em 2026 conta, por enquanto, com oito pré-candidaturas oficialmente anunciadas. Os nomes são os seguintes: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (Democracia Cristã), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Augusto Cury (Avante). A formalização das chapas ocorrerá somente em agosto de 2026, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, se necessário, o segundo ocorrerá em 25 de outubro.

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Lula (PT)

Aos 81 anos em outubro, o presidente disputará sua sétima eleição presidencial, em busca de um quarto mandato — feito inédito no país. Depois de vencer Jair Bolsonaro em 2022, Lula afirmara que não concorreria novamente, mas mudou de posição em 2025 ao declarar que defenderia os programas sociais de seu governo. Pesquisas recentes o colocam na liderança do primeiro turno e empatado com Flávio Bolsonaro no segundo.

Flávio Bolsonaro (PL)

O senador foi anunciado em dezembro pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, como o nome do PL para a disputa. Desde então, aparece em segundo lugar nos levantamentos de primeiro turno e empatado com Lula em eventual segundo. Defende a anistia ao pai, atualmente preso, e aos demais condenados pelos atos golpistas que se seguiram à eleição de 2022.

Ronaldo Caiado (PSD)

O governador de Goiás deixou o União Brasil e ingressou no PSD no início do ano para manter vivo o projeto presidencial. Aos 76 anos, governa o estado desde 2019, já foi senador, deputado federal e concorreu ao Planalto em 1989, quando terminou em décimo lugar. Tem cerca de 4% das intenções de voto e se apresenta como alternativa à polarização, embora também apoie a anistia a Bolsonaro e a seus aliados.

Romeu Zema (Novo)

Empresário e ex-governador de Minas Gerais, Zema renunciou ao cargo este mês para disputar a Presidência. Ele havia estreado na política em 2018, quando venceu o governo mineiro, e foi reeleito em primeiro turno em 2022. Aos 61 anos, aparece com 2% a 3% na pesquisa Quaest de março.

Renan Santos (Missão)

Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Santos entrou na corrida pelo recém-criado partido Missão, registrado no TSE em novembro passado. Aos 42 anos, disputa sua primeira eleição e marca entre 1% e 2% nas sondagens.

Aldo Rebelo (Democracia Cristã)

Ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff, além de ex-presidente da Câmara, Rebelo deixou o PCdoB após quatro décadas, passou pelo MDB e agora se candidata pela Democracia Cristã, antigo partido de José Maria Eymael. Está entre 1% e 2% nas pesquisas.

Cabo Daciolo (Mobiliza)

Conhecido pelo bordão “Glória a Deus” na campanha de 2018, quando ficou em sexto lugar com cerca de 1,3 milhão de votos, o ex-deputado anunciou a pré-candidatura pelo Mobiliza (ex-PMN). Daciolo ganhou projeção em 2011, ao liderar a greve dos bombeiros no Rio de Janeiro.

Augusto Cury (Avante)

Psicanalista e autor de best-sellers, Cury, 67, afirmou ter vendido mais de 42 milhões de livros em mais de 70 países. Ao confirmar a pré-candidatura pelo Avante, declarou que pretende “contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos”. O partido diz querer protagonizar “um novo caminho para o país” ao escolhê-lo.

As pré-candidaturas permanecem sujeitas a confirmação nas convenções partidárias de agosto, quando serão definidas oficialmente as chapas que disputarão a Presidência em outubro de 2026.

Com informações de G1

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