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Empresa japonesa apresenta cronograma para elevador espacial que promete levar turistas à órbita

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Um projeto liderado pela Obayashi Corporation, do Japão, pretende substituir foguetes por um elevador espacial capaz de transportar passageiros e cargas diretamente para a órbita terrestre. A iniciativa prevê viagens em cabines elétricas ao longo de um cabo de nanotubos de carbono, conectando um porto flutuante na superfície a um contrapeso de 12.500 toneladas no espaço.

Como funcionará

A estrutura começará com a construção de um Porto Terrestre flutuante que servirá de base para a ancoragem do sistema. A partir dele, o cabo de milhares de quilômetros será estendido até o contrapeso orbital. A força centrífuga manterá o conjunto tensionado, permitindo que veículos elétricos se desloquem suavemente pelo trajeto.

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Etapas do projeto

O cronograma divulgado pela empresa estabelece três fases principais:

2025 – 2030: desenvolvimento tecnológico e testes de resistência dos cabos de nanotubos de carbono;

2030 – 2040: construção do Porto Terrestre e lançamento do contrapeso massivo;

2050: inauguração oficial e início das viagens comerciais para turistas.

Vantagens previstas

Segundo a Obayashi, o elevador espacial deve reduzir drasticamente os custos de acesso ao espaço, já que dispensará combustíveis fósseis e etapas descartáveis típicas dos foguetes. A ausência de ignições também eleva a segurança e praticamente elimina impacto ambiental. Além disso, a aceleração limitada torna o trajeto viável para qualquer pessoa saudável, sem necessidade de treinamento intensivo.

Material chave

O sucesso do empreendimento depende do uso de nanotubos de carbono, material centenas de vezes mais resistente que o aço e leve o bastante para suportar a enorme tração gerada pela gravidade e pela força centrífuga ao longo do cabo.

Se o desenvolvimento tecnológico avançar dentro do prazo previsto, a Obayashi acredita que, já na metade deste século, turistas poderão chegar à órbita apertando o botão de um elevador — opção que, na avaliação da companhia, tornará os foguetes restritos a missões de longa distância ou aplicações militares específicas.

Com informações de Olhar Digital

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