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Hassett afirma que núcleo da inflação dos EUA está no nível esperado pelo Fed e prevê recuo no preço dos combustíveis

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O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, declarou nesta terça-feira, 14, que o núcleo da inflação norte-americana “está exatamente onde o Federal Reserve esperava”, após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de junho.

Em entrevista à Fox News, Hassett classificou o relatório como “o melhor dos últimos seis anos”. Segundo ele, ao excluir energia, o núcleo do CPI recuou para 2,6% em ritmo anual.

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O assessor atribuiu a desaceleração de preços às políticas econômicas do presidente Donald Trump, citando reduções em custos de alimentos, medicamentos e seguros de automóveis. “Economistas erraram as projeções porque ignoraram todas as ações do presidente para diminuir despesas”, disse.

Combustíveis e petróleo

Hassett afirmou que os preços dos combustíveis devem voltar a cair, apesar da elevação registrada após a retomada de ataques entre Estados Unidos e Irã. Ele lembrou que o barril chegou a ultrapassar US$ 100 no auge das tensões, mas recuou em seguida, o que, segundo ele, indica “muita deflação da gasolina a caminho”.

O dirigente acrescentou que carregamentos de petróleo “estão chegando a estoques globais de formas inéditas” e que a interrupção na oferta tende a ser menor do que se previa, citando a atuação de Trump e da Marinha dos EUA.

Questionado sobre a meta da Casa Branca de reduzir o preço da gasolina para US$ 3 por galão, Hassett considerou o objetivo “absolutamente realista”, embora admita um “contratempo causado pelos iranianos”. Ele afirmou que Teerã “está determinado a destruir a América” e classificou o governo iraniano como “muito perigoso”.

Empréstimos a imigrantes

O conselheiro também comentou novas diretrizes a bancos que alertam para os riscos de crédito a imigrantes indocumentados. De acordo com Hassett, a intenção é desestimular esse tipo de operação. “Empréstimos não deveriam ser concedidos a imigrantes ilegais. Se a pessoa pode ser deportada, obviamente não pagará a dívida”, declarou, apontando a medida como fator de estabilidade financeira.

Com informações de InfoMoney

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