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Jovem que recebeu diagnóstico de câncer de mama aos 13 anos relata trajetória contra tumor raro

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Michigan (EUA) – Saige Mosingo, hoje com 27 anos, descobriu aos 13 que tinha um tumor filoide maligno, tipo raro de câncer de mama que representa menos de 1% dos casos da doença e costuma surgir em mulheres acima de 40 anos.

A primeira intervenção aconteceu em 8 de maio de 2012, quando os médicos removeram um nódulo inicialmente classificado como benigno. Dias depois, a mãe da adolescente recebeu uma chamada telefônica com a retificação: tratava-se de um tumor filoide maligno, cujos nódulos crescem rapidamente e, na maioria das vezes, não provocam dor.

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Cirurgia radical um mês após a confirmação

Sem alternativas terapêuticas eficazes, os especialistas indicaram mastectomia total. O procedimento foi realizado em 8 de junho de 2012. A jovem contou que enfrentou bullying na escola durante o tratamento, período que coincidiu com o ensino fundamental.

Recuperação prolongada

Por estar em plena puberdade, Saige passou por várias etapas de reconstrução mamária, incluindo expansores de tecido e implantes, processo que se estendeu por mais de dez anos. Atualmente, formada em comunicação, ela usa as redes sociais para narrar a experiência e afirma enxergar as cicatrizes como marcas de força e resiliência.

Sinais que exigem atenção

Entre os sintomas relacionados ao câncer de mama estão:

  • nódulo duro, irregular e geralmente indolor;
  • aspecto da pele semelhante a casca de laranja;
  • retração cutânea;
  • dor localizada;
  • inversão do mamilo;
  • descamação ou ulceração na região mamilar;
  • secreção transparente, rosada ou avermelhada;
  • linfonodos palpáveis na axila.

Apesar de 70% dos tumores filoides serem benignos, variações intermediárias e malignas exigem diagnóstico precoce e tratamento imediato.

Com informações de Metrópoles

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