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Lula confirma manutenção de apoio brasileiro à candidatura de Michelle Bachelet para liderar a ONU

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou neste sábado, 28 de março de 2026, que o Brasil continuará a respaldar, ao lado do México, a candidatura da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

A manifestação veio quatro dias depois de o governo chileno, atualmente chefiado pelo direitista José Antonio Kast, ter retirado o apoio oficial à conterrânea. Em publicação nas redes sociais, Lula classificou Bachelet, de centro-esquerda, como “altamente qualificada” e detentora do “melhor currículo para a função”.

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O presidente brasileiro ressaltou que a ex-chefe de Estado chilena reúne “todas as credenciais” para se tornar a primeira mulher latino-americana a liderar a ONU, destacando seu compromisso com a promoção da paz, o fortalecimento do multilateralismo e a centralidade do desenvolvimento sustentável.

Trajetória de Bachelet

Michelle Bachelet governou o Chile em dois mandatos (2006-2010 e 2014-2018) e ocupou posições de destaque no sistema ONU: foi alta comissária para os Direitos Humanos e diretora-executiva da ONU Mulheres.

Críticas de Lula ao Conselho de Segurança

Paralelamente ao apoio a Bachelet, Lula tem intensificado críticas à atual estrutura do Conselho de Segurança da ONU. Segundo o presidente, a inação do órgão diante dos conflitos em Gaza e na Ucrânia demonstra perda de “autoridade moral” e eficácia. Ele defende reforma urgente que inclua novos membros permanentes, especialmente de América Latina e África, e questione o poder de veto restrito às grandes potências.

Como é formado o Conselho

O Conselho de Segurança conta com 15 assentos: cinco permanentes — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido — com direito de veto, e dez não permanentes, eleitos pela Assembleia Geral para mandatos de dois anos, sem poder de veto. O órgão é responsável por autorizar missões internacionais e impor sanções.

Ao reiterar o apoio a Bachelet e pregar mudanças na governança global, o governo brasileiro busca reforçar sua agenda de defesa do multilateralismo e de maior representatividade nos organismos internacionais.

Com informações de G1

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