Adesivos em carros, camisetas personalizadas e postagens em redes sociais deram visibilidade, nos últimos meses, a um movimento de apoio à médica e servidora pública Luana Nunes em Gurupi, na região sul do Tocantins. A mobilização, iniciada por amigos e simpatizantes, ganhou força também em outras cidades do estado.
Diante do crescimento da iniciativa, o Ministério Público Eleitoral questionou uma possível campanha antecipada. Em nota pública, Luana Nunes afirmou que não pediu votos e classificou as ações como “reconhecimento genuíno” ao trabalho que, segundo ela, é realizado em benefício das famílias gurupienses. “O que vemos diariamente nas ruas e nas redes sociais demonstra apenas o apoio espontâneo da população”, declarou.
A pré-candidata esclareceu ainda que não participou da produção dos materiais de divulgação. “Esses itens foram confeccionados por simpatizantes; não houve uso de recursos públicos nem investimento financeiro meu”, ressaltou.
Luana atribuiu o respaldo popular a uma atuação pautada em transparência e na apresentação de resultados à comunidade. “Sempre conduzi minhas atividades com responsabilidade, mostrando o que está sendo feito para melhorar a vida das pessoas e fortalecer nosso município”, disse.
Pela legislação eleitoral (Art. 36-A da Lei nº 9.504/97), manifestações de apoio que não contenham pedido explícito de voto são permitidas antes do período oficial de campanha. As eleições municipais estão previstas para 2026.
Com informações de Atitude Tocantins

