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Violência torna-se principal preocupação dos brasileiros e ultrapassa economia, mostra Quaest

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A percepção de insegurança atingiu o nível mais alto da série da Quaest e passou a liderar o ranking de problemas apontados pela população brasileira. Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (12), 38% dos entrevistados citaram a violência como maior preocupação nacional, superando economia e corrupção.

Principais temas citados

Os dados foram coletados entre 6 e 9 de novembro, com 2.004 pessoas, e possuem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, em intervalo de confiança de 95%.

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Preocupações atuais

  • Segurança pública: 38% (30% em outubro; 29% em setembro)
  • Economia: 15% (16% em outubro; 15% em setembro)
  • Problemas sociais: 13% (18% em outubro; 19% em setembro)
  • Corrupção: 13% (14% em outubro; 13% em setembro)
  • Saúde: 10% (11% em outubro e setembro)
  • Educação: 7% (6% em outubro e setembro)

Contexto da alta na preocupação

O salto na menção à violência ocorre em meio ao debate do Projeto de Lei Antifacção – que propõe penas mais duras ao crime organizado – e dias após a megaoperação policial no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que resultou em 121 mortes. Declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificando a ação como “desastrosa” também repercutiram entre os entrevistados.

Operações policiais e políticas de segurança

A Quaest indicou que 55% dos brasileiros não querem operações semelhantes realizadas em seus estados; 42% aprovam. Entre os ouvidos, 84% percebem o Rio de Janeiro como mais violento do que outras unidades da federação.

Questionados sobre a principal medida para reduzir a criminalidade, 46% defendem leis mais rígidas e cumprimento integral das penas. Outros 27% apontam investimentos em educação e oportunidades sociais, 11% preferem reforço de policiamento nas ruas e 9% apoiam ações duras contra facções.

Avaliação de propostas em debate

  • Equiparar facções a terrorismo: apoio de 73%.
  • Aumentar pena para homicídio: 88% favoráveis.
  • Retirar direito a visita íntima em presídios: 65% favoráveis.
  • Permitir que cada estado faça sua própria lei de segurança: 46% favoráveis.
  • Armar a população: 26% favoráveis.

Lideranças em foco

O instituto também mediu a imagem de governadores alinhados à direita após a operação no Rio. Claudio Castro (PL-RJ) aparece com avaliação positiva de 24%, à frente de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), com 13%; Ronaldo Caiado (União-GO), 11%; e Romeu Zema (Novo-MG), 5%.

Com informações de Gazeta do Povo

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