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Vice-presidente do PT apoia megaoperação no Rio e afirma: “não se enfrenta fuzil com beijinhos”

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Brasília – O vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá (PT-RJ), defendeu a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro na terça-feira, 28 de outubro, que resultou em 113 prisões e 121 mortes — 117 civis apontados pelo governo estadual como integrantes do Comando Vermelho e quatro policiais.

Em vídeo publicado em rede social, o também prefeito de Maricá declarou que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos. Se enfrenta fuzil dando tiro em quem está com fuzil”. O posicionamento diverge da reação de figuras do partido e do governo federal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse estar “estarrecido” com o número de mortos, enquanto o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a ação como ineficaz no combate ao crime organizado.

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Quaquá lamentou as vítimas, especialmente os agentes de segurança, mas sustentou que a maioria dos mortos portava armas de guerra. “Alguns inocentes morreram, mas, obviamente, a grande maioria era de gente que portava fuzil, soldado do narcotráfico que oprime famílias e mata pessoas”, afirmou, acrescentando que “quem morreu no meio da mata, morreu numa guerra”.

Durante a operação, a Secretaria de Segurança Pública fluminense apreendeu 91 fuzis, uma das maiores quantidades já recolhidas em ação única no estado.

Apesar do apoio, o vice-presidente petista criticou a estratégia adotada. Segundo ele, seria necessário “fechar o morro para sufocar aos poucos” antes da entrada das forças de segurança. “Não pode ser um território de guerra. Que sirva de lição para que governo do estado se una ao governo federal e às prefeituras. Vamos combater o crime com tiro, porrada e bomba, para que os traficantes não dominem território”, concluiu.

Com informações de Gazeta do Povo

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