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UnirG atinge 57% de proficiência no ENAMED e fica sem sanções imediatas, mas pedirá revisão do índice

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A Universidade de Gurupi (UnirG) obteve 57% de proficiência no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (ENAMED), resultado que a posiciona na faixa de instituições que não podem ampliar vagas, mas que também não sofrem punições adicionais de imediato, conforme as regras vigentes do Ministério da Educação (MEC).

O MEC prevê medidas mais severas apenas para cursos com menos de 50% de estudantes considerados proficientes. Abaixo de 30%, há risco de suspensão de novas matrículas; entre 30% e 40%, a redução pode chegar a 50% das vagas; e de 40% a 50%, o corte é de 25%. Para cursos entre 50% e 60%, a única restrição atual é a impossibilidade de expansão das vagas autorizadas.

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Por ser uma universidade municipal, a UnirG é avaliada pelo Sistema Estadual de Ensino, sob supervisão do Conselho Estadual de Educação, seguindo a organização constitucional dos sistemas de ensino no país.

Recurso administrativo

A instituição informou que recorrerá administrativamente ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para que a base de cálculo do exame seja reanalisada. O órgão admitiu inconsistências na divulgação preliminar, causadas pela aplicação de uma nota de corte diferente da prevista em nota técnica. Segundo a universidade, a revisão pode alterar o índice final.

Análise interna

De acordo com a UnirG, a avaliação dos dados individuais dos estudantes aponta desempenho próximo ao conceito 3, patamar considerado o mínimo nacional de qualidade. A administração da instituição afirma que o resultado deve ser visto como diagnóstico e instrumento de aprimoramento, não como punição.

Medidas de aprimoramento

Com 40 anos de atuação e duas décadas no curso de Medicina, a UnirG diz estar reforçando políticas pedagógicas, investindo na qualificação do corpo docente e revisando estratégias de ensino. A universidade destaca ainda que suas mensalidades chegam a ser 50% inferiores às praticadas por muitas instituições privadas, favorecendo a democratização do acesso ao curso.

Para a instituição, o novo modelo do ENAMED, que vincula o desempenho acadêmico ao acesso à residência médica, deve incentivar maior engajamento dos estudantes e fornecer dados mais consistentes para o planejamento interno.

Com informações de Atitude Tocantins

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