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Trump anuncia rompimento de relações comerciais com a Espanha após recusa de uso de bases contra o Irã

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (3) que determinou a suspensão de todas as relações comerciais com a Espanha depois de Madri negar autorização para que forças norte-americanas utilizassem bases militares espanholas em operações contra o Irã.

O anúncio foi feito durante entrevista na Casa Branca, enquanto Trump recebia o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz. O presidente classificou a postura espanhola como “inaceitável” e afirmou ter instruído o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a efetivar o corte comercial. “A Espanha chegou a dizer que não podemos usar as bases deles. Podemos simplesmente entrar voando e usá-las. Ninguém vai nos dizer que não podemos usá-las”, declarou.

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Em resposta, o governo espanhol divulgou nota exigindo que Washington respeite o direito internacional e os acordos de comércio firmados entre os Estados Unidos e a União Europeia.

Ofensiva contra o Irã

Na mesma entrevista, Trump comentou a operação militar em andamento contra o Irã. Segundo ele, instalações estratégicas teriam sido destruídas, incluindo o prédio da Assembleia dos Peritos, órgão responsável pela escolha do líder supremo iraniano. “Tudo foi destruído no Irã. Estamos muito bem. Hoje houve outro ataque à nova liderança”, disse, acrescentando que espera uma autoridade “melhor” no comando do país persa.

O presidente norte-americano também acusou Teerã de atingir alvos civis em países “que nada têm a ver” com o conflito.

Ameaça de retaliação iraniana

Mais cedo, o general Ebrahim Jabari, da Guarda Revolucionária do Irã, advertiu que, caso continuem os bombardeios conduzidos por Estados Unidos e Israel, o país atacará centros econômicos em todo o Oriente Médio. Jabari afirmou ainda que o Estreito de Ormuz foi fechado e previu forte alta nos preços do petróleo. O barril do Brent superou US$ 85 nesta terça-feira, maior patamar desde julho de 2024.

A escalada de declarações e ações militares amplia a tensão regional e gera preocupação quanto aos impactos diplomáticos e econômicos, sobretudo no mercado global de energia.

Com informações de Sou de Palmas

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