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Trump pede ao Congresso lei que proíbe carteira de motorista para imigrantes sem documentos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou ao Congresso, na madrugada desta quarta-feira (25/2), a aprovação de um projeto que impede imigrantes em situação irregular de obter carteira de motorista no país.

Apelidada de Lei Delilah, a proposta leva o nome de Delilah Coleman, menina de 5 anos que sofreu graves ferimentos em um acidente de trânsito. De acordo com a Casa Branca, o responsável pela colisão, Partap Singh, é um imigrante indiano que vive nos EUA sem autorização. A criança e seus familiares acompanharam o discurso de Trump no Capitólio.

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Imigração no centro do discurso

Ao longo da fala sobre o Estado da União, o republicano voltou diversas vezes ao tema da imigração ilegal, provocando reações de parlamentares democratas. A deputada Ilhan Omar, por exemplo, chamou o presidente de “mentiroso” e o acusou de ter “matado americanos”, em alusão a casos de violência policial em Minnesota.

Diante das críticas, Trump respondeu pedindo que os congressistas se levantassem caso concordassem que a principal obrigação do governo é proteger cidadãos norte-americanos, não imigrantes sem documentos. Os democratas permaneceram sentados, o que levou o presidente a afirmar que eles “deveriam sentir vergonha”.

Trump também declarou que, nos últimos nove meses, nenhum imigrante irregular entrou nos Estados Unidos. “Hoje, nossas fronteiras estão seguras, a inflação caiu e a economia está melhor do que nunca”, acrescentou.

Outras propostas

No mesmo discurso, o presidente defendeu:

  • a exigência de prova de cidadania para votar nas eleições;
  • apresentação obrigatória de documento de identidade de eleitor em todas as urnas;
  • o fim das chamadas cidades-santuário, que limitam a cooperação com o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE).

“O Congresso deve se unir e aprovar essa legislação sensata para salvar o país agora mesmo”, disse Trump, direcionando críticas aos líderes democratas: “Vocês deveriam ter vergonha de si mesmos por não se posicionarem”.

Com informações de Metrópoles

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